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D'Angelles Backes

Um homem de 42 anos foi preso neste fim de semana sob suspeita de assassinar Irani Gomes, um idoso de 88 anos, em Brazabrantes, na Região Metropolitana de Goiânia. O crime, que ocorreu no dia 18 de novembro, gerou grande comoção na cidade devido à violência e à maneira como o corpo foi descartado.

O suspeito, identificado como M.A.B.C., é um andarilho que estava de passagem pela cidade. A investigação conjunta da Polícia Civil e da Polícia Militar de Goiás levou à sua localização após o registro do desaparecimento do idoso.

Irani Gomes, conhecido na região por ser dono de um bar tradicional, foi dado como desaparecido no dia 18. Moradores alertaram as autoridades após notarem sua ausência desde o início da manhã.

Um vídeo de uma câmera de segurança se mostrou crucial na investigação. As imagens mostravam um homem empurrando um carrinho de mão com um objeto coberto por um tecido. Isso levou as autoridades a tratarem o caso como homicídio com ocultação de cadáver.

Apesar da baixa qualidade do vídeo e da falta de informações sobre o indivíduo, as equipes policiais intensificaram as buscas na região, resultando na identificação do suspeito.

No sábado, as equipes receberam a informação de que um homem com características semelhantes havia sido detido em outra ocorrência. Os policiais foram até o local e iniciaram o interrogatório formal na noite do mesmo dia.

Diante das evidências, M.A.B.C. confessou o crime. Ele relatou que pediu água e permissão para tomar banho no estabelecimento de Irani, mas o idoso negou. Irritado com a recusa, o suspeito afirmou ter estrangulado a vítima com uma camiseta durante uma discussão.

Após o assassinato, o homem pegou um carrinho de mão de uma construção próxima, colocou o corpo sobre ele e o levou até uma área de mata, onde o abandonou, fugindo em seguida.

O suspeito também admitiu ter roubado o celular e roupas da vítima, que foram trocados por drogas em Goiânia.

Segundo a polícia, o suspeito possui passagem por extorsão. Ele permanece detido à disposição da Justiça. A Polícia Civil continua as investigações para determinar se outras pessoas estiveram envolvidas no crime.

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