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D'Angelles Backes

Siladitya Ray
Siladitya Ray

O bitcoin despencou abaixo de US$ 90 mil (R$ 477.000) nesta segunda-feira, marcando a primeira vez que a criptomoeda mais valiosa do mundo atinge esse patamar desde abril. A queda acentuada, que representa um declínio de 16% no último mês, gerou preocupação entre especialistas do setor, que não descartam a possibilidade de o bitcoin recuar ainda mais, chegando a US$ 80 mil (R$ 424.000).

O preço do bitcoin chegou a atingir US$ 89.426 (R$ 474.757), acumulando uma queda superior a 5,3% nas últimas 24 horas. Essa trajetória negativa apagou os ganhos acumulados ao longo deste ano. A última vez que o bitcoin sofreu uma queda tão significativa foi em abril, quando chegou a um valor pouco inferior a US$ 75 mil (R$ 397.500).

Analistas atribuem a recente onda de vendas a temores econômicos mais amplos, incluindo a incerteza sobre possíveis cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve em dezembro.

Dados de mercado indicam um aumento no pessimismo entre investidores. A atividade de compra de opções para proteção contra uma queda do bitcoin para US$ 85 mil (R$ 450.500) e até US$ 80 mil (R$ 424.000) aumentou, sugerindo que traders preveem uma maior desvalorização da criptomoeda.

Além disso, a exchange de criptomoedas Mt. Gox, realizou uma grande transação, movendo cerca de 10.608 BTC, avaliados em US$ 950 milhões (R$ 5.035.000.000), para um novo endereço de carteira. Movimentações desse porte normalmente antecedem pagamentos a credores que perderam dinheiro com o colapso da exchange, aumentando a pressão de baixa sobre o preço do bitcoin.

A queda do bitcoin também impactou outras criptomoedas importantes. O Ether, a segunda criptomoeda mais valiosa em valor de mercado, recuou abaixo de US$ 3.000 (R$ 15.900), com uma queda superior a 5,6% nas últimas 24 horas. Outras criptomoedas, como XRP, BNB e SOL, também registraram declínios.

Fonte: forbes.com.br

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